
Na pandemia, não está fácil o caso de Lisboa, mas o país vai deixar a “calamidade”. A estratégia do Governo merece dúvidas do Presidente, que na próxima semana avaliará tudo com os especialistas.
A estratégia passa por não tratar a pandemia de igual em todo o território. A lógica será a atuação local e vão desaparecer restrições mais profundas em zonas do país sem casos. Estas regiões deverão passar aos estados de contingência ou de alerta, os mais baixos dos estados de prontidão.
A incógnita é a região de Lisboa e Vale do Tejo que continua a preocupar: o risco de transmissão, o famoso RT, baixou e foi de 0,96% nos últimos cinco dias, mas a ministra da Saúde, Marta Temido, admitiu que está a haver “dificuldade em quebrar cadeias de transmissão”.
Assim, e apesar dos casos a subir na capital, nível de alerta baixa para dar início à “guerra pela captura de turistas”, uma bolsa de ar para as economias asfixiadas.
