
Uma prerrogativa inconcebível, para um dos sector públicos mais importantes, que continua a parar para férias… Joana Marques Vidal, antiga procuradora-geral da República, agora no Tribunal Constitucional, defende que não teria sido necessária uma suspensão tão prolongada dos prazos judiciais durante a fase mais crítica. E alerta para a necessidade de fiscalização dos ajustes diretos. “Não podemos ser complacentes” para com quem queira aproveitar-se da pandemia
