Direito

Restaurantes e centros comerciais sem associação a mais casos

A frequência de restaurantes e centros comerciais não parece estar associada a uma maior probabilidade de contrair o novo coronavírus, mas a ida aos ginásios ou o trabalho presencial, por oposição ao teletrabalho, sim.

Esta é uma das conclusões de um estudo que ainda decorre, mas que foi já parcialmente apresentado na reunião que decorreu quinta-feira no Infarmed e que voltou a juntar especialistas e responsáveis políticos.

O estudo incidiu sobre pessoas infetadas na região de Lisboa e Vale do Tejo e num período restrito (outubro) um grupo de cerca de mil pessoas contagiadas e que foi depois comparado com um grupo de controlo, composto por cerca de 800 pessoas que não estavam infetadas.

Ambos os grupos foram questionados pelas equipas do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto e da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, em colaboração com o Instituto Ricardo Jorge e a ARS Lisboa e Vale do Tejo, sobre se tinham frequentado, nos 14 dias anteriores, ginásios, centros comerciais, restaurantes, local de trabalho ou transportes públicos.

Que tipo de aplicação vai ter este estudo é, agora, tudo o que importa para saber se este confinamento e recolher obrigatório é mesmo a melhor medida, que economicamente parece ser insuportável.

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