Direito

58 concelhos baixaram de escalão, mas 34 sobem

Entre os concelhos que deixam de figurar no escalão mais grave de risco epidemiológico destacam-se Braga, Paços de Ferreira e Santa Maria da Feira. Por outro lado, passam a estar em risco extremo os municípios do Crato, Mourão, Pinhel, Vila Pouca de Aguiar e Vimioso. Aqui destaca-se Pinhel, que passa de uma incidência que quase lhe permitia ser de risco moderado (247) para o nível mais severo (1.069).

Esta descida não tem, para já, qualquer impacto nas medidas a que cada concelho está sujeito até ao final do atual estado de emergência, que termina às 23:59 de 23 de dezembro, sabendo-se já que será renovado até 7 de janeiro.

Na anterior listagem eram 113 os concelhos em risco muito elevado ou extremo, sendo que o Governo não distinguiu estes escalões quanto às medidas mais restritivas a aplicar. Destes, 35 estavam em risco extremo e 78 em risco muito elevado. Agora, com base nos dados divulgados, são 107 os municípios nos dois níveis mais altos de risco, com 25 em risco extremo e 82 em risco muito elevado.

Face à semana anterior, são 22 os concelhos que deixam de estar nos dois piores escalões:

Alandroal
Alcanena
Alijó
Ansião
Arcos de Valdevez
Caminha
Cantanhede
Cartaxo
Castelo de Paiva
Cuba
Gouveia
Manteigas
Mirandela
Murça
Pampilhosa da Serra
Povoação
Sabugal
Sardoal
Sátão
Serpa
Tarouca
Vila Nova de Paiva

Já outros 15 concelhos passam a estar nos dois escalões mais elevados:

Alenquer
Castelo de Vide
Évora
Figueira de Castelo Rodrigo
Moita
Montalegre
Montemor-o-Novo
Montijo
Nelas
Penamacor
Pinhel
Resende
Santa Marta de Penaguião
Tabuaço
Terras de Bouro

As maiores reduções no número de casos por 100 mil habitantes registam-se nos concelhos de Freixo de Espada à Cinta (-1.456 casos), Gavião (-705), Fafe (-607), Lousada (-556) e Guimarães (-474).

Já as maiores subidas na incidência foram observadas nos municípios de Pinhel (822), Tabuaço (812), Marvão (699), Mondim de Basto (633) e Vimioso (597).

Em Lisboa o número de casos por 100 mil residentes baixou ligeiramente, passando dos 556 para 530.

No Porto a descida foi mais pronunciada, com 680 novos casos por 100 mil habitantes contra os 765 anteriormente registados.

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